15:03 h. Sábado, 20 de Abril de 2019

Opiniones de
José Manuel Barbosa

Professor

Liberdade ou Legalidade?

Faziam uma entrevista aos candidatos à presidência da Câmara Municipal pela cidade da Crunha num programa duma TV privada na campanha eleitoral passada. Eram perguntas simples que deviam ser respondidas em poucos segundos com agilidade e com convencimento. Nelas o público poderia ver e sentir a energia e o espírito de cada um dos candidatos ao se defenderem dialeticamente do bombardeio que se lhes apresentava.

Arménia e Galiza: nações leais.

A Turquia que perdeu a primeira guerra mundial foi uma Turquia convulsa que acabava de perder mais do 90% do seu território nos Balcãs e mesmo estava chegando o momento em que podia perder as regiões da Anatólia ocidental povoada pela minoria grega autóctone e a Arménia na parte mais oriental da Ásia Menor.

Sobre uma possível reforma territorial

Há uns dias, o presidente do governo espanhol disse que de entre as medidas que o seu governo ia tomar para poupar dinheiro perante a crise que o mundo ocidental está a passar e nomeadamente o Reino da Espanha, não estava o de eliminar as Deputações provinciais.

Uma língua para dominá-los a todos

“Excusatio non petita, acusatio manifesta” é o que me vinha à mente a mim, em Sindarim originário, quando me inteirava de que duas Smeagols políticas manifestavam no Senado da Terra Média há uns dias que amavam a língua dos hobbits e se sentiam muito orgulhosas de sê-lo à vez que falavam na língua dos Orcos.

O centrismo oscilante

Tenho dous amigos com os que partilho o gosto pela política. Um deles procede ideologicamente duma família de centro-direita e o outro recebeu uma educação e uma tradição socialdemocrata de esquerdas. Até há pouco tempo quando nos juntávamos os três as discrepâncias se faziam muito manifestas e as discussões nunca tinham fim.
Publicávamos em 2002 um artigo no Portal Galego da Língua no que falávamos da classificação que os “Reportes sans Frontières” faziam por países no mundo. A publicação foi uma autêntica surpresa em relação a países considerados democráticos, politicamente avançados e também a outros considerados do terceiro mundo.
Concordaremos o leitor e eu em que a cultura é um bem precioso e prezado que numa sociedade civilizada devemos gerir com arrumo, respeito e cuidado, e concordaremos em que a cultura é a manifestação humana de aquilo que faz que o homem se diferencie dos animais, quer dizer: a expressão elaborada da inteligência.

O galego já é oficial na união Europeia

Já há mais de dezasseis anos, em 1994, algumas pessoas da AGAL tivemos possibilidade de conhecer o funcionamento do parlamento europeu e de experimentarmos "in situ" a situação das diferentes línguas comunitárias graças ao convite à nossa Associação feito pela Coligação Galega (C.G.) liderada na altura pelo que foi europarlamentar José Posada.

Por uma hora galega

São as 7:00 da manhã e o relógio começa a soar com força indicando-me que o prazer de estar nos braços de Morfeu (que não do “mais feio”) acabou. Com muita vontade de continuar a dormir tiro a roupa da cama e tento como posso pôr os pés no chão sem poder evitar que me abalem as pernas que não me respondem. O esforço que faço para começar o novo dia (dia?) é titânico.

Ignorância e Poder

A ignorância é uma qualidade humana que implica desconhecimento da realidade, mas mesclada com doses de poder, converte-se numa mistura muito perigosa para quem a exerce e ainda para quem a sofre. A história do ser humano é uma constante luta contra o desconhecimento na procura do saber e da ciência, o que converte a ignorância no elemento negativo a vencer mais importante de todos.

Há muita fome no mundo

Uma rapariga adolescente fez-me um comentário de sobremesa o outro dia num jantar: “Não haverá cousas mais importantes nas que empregar esforços e dinheiro do que fazê-lo pelo galego? Há gente que passa fome no mundo!! A rapariga, adolescente lúzida e inteligente tapou a minha boca com uma manifestação rotunda e categórica para além de verídica e real perante a minha paixão galeguizadora
Há muitos anos, lá pelos 70, li numa revista de divulgação a referência dum livro do cientista britânico Barry Fell “America B.C. Times Books, New York 1976” que descobriu que a América puderam ter chegado naves e pessoas de procedência europeia, norte-africana e do Próximo Oriente em épocas pré-romanas. Procurei o livro e pôde lê-lo.
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